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Segundo informações divulgadas no site da Consejería de Educación de la Embajada de España en Brasil e em diversas listas de discussão, no dia 7 de fevereiro último realizou-se uma reunião com representantes de associações de professores de espanhol de diversos estados, convocados por esse órgão do governo da Espanha, que custeou as passagens e estadia dos representantes. O objetivo teria sido a promoção de ações da Consejería junto de secretarias estaduais de educação e universidades em relação ao ensino de espanhol e à formação continuada dos docentes dessa língua.
Nada temos a opor em relação à cooperação com instituições espanholas ou de qualquer outro país, fundamentalmente quando ela se realiza com objetivos pertinentes e mediante canais institucionais que garantem simetria e reciprocidade, como é o caso dos programas de cooperação interuniversitária. No entanto, neste caso, a evidente assimetria entre convocador e convocados parece apontar, de modo preocupante, para uma perspectiva centralizadora, mais ainda quando observamos que os representantes de associações assinaram, na ocasião, uma carta de agradecimento à Consejería que destaca, entre os motivos de gratidão, o financiamento de suas próprias atividades associativas, tais como reuniões, viagens e congressos.
Há antecedentes, de notório e público conhecimento, sobre atuações marcadas por uma indevida ingerência por parte de órgãos do governo espanhol, como o Instituto Cervantes, em relação à educação regular brasileira, que já motivaram desconforto sonoramente expressado por milhares de profissionais da área em manifestações em torno de diversos fatos, sobretudo nos últimos seis anos. E os setores que hegemonizam, na Espanha, as políticas para a língua no mundo declaram aberta e constantemente sua visão do espanhol como um recurso econômico para conquistar mercados, sendo o Brasil um dos seus declarados alvos privilegiados. Paralelamente, e mostrando uma tendência muito diferente, há um processo de integração regional em andamento na América do Sul que tem gerado inúmeras ações de reciprocidade com países vizinhos, com seus sistemas educativos e suas universidades, para a difusão do português brasileiro e do espanhol na região.
Por isso tudo, cremos que é, no mínimo, duvidosa a identificação do professorado brasileiro de espanhol com a perspectiva centralizadora que parece surgir desse encontro promovido pela Consejería, e cremos que, para aqueles que se propõem a representá-lo, toda aliança deveria ser encarada com atitude crítica. É desejável que as associações de professores sejam autônomas e que não dependam de financiamentos para realizar suas atividades, evitando a subordinação a qualquer elemento externo.
Março de 2012.
Se você concorda com o teor deste texto e também deseja assiná-lo, envie um e-mail para espanhol.sem.tutelas@gmail.com com seu nome completo, instituição ou autônomo/a e estado.
ASSINAM:
Acassia dos Anjos Santos (UFS, SE)
Adrián Pablo Fanjul (USP, SP)
Adriana Andrade Junqueira de Brito Arantes (ISEAP, SP)
Adriana Martins Simões (Autônoma, SP)
Adriana Ortega (SEEDUC, RJ)
Alexandre de Moraes Sant’ Ana (SME, RJ)
Ana Lucia Alves do Nascimento (SEEDUC- RJ)
Ana Maria Casarotti Franco (IFAC, AC)
Andre Lima Cordeiro (Fisk, RJ)
Andrea Silva Ponte (UFPB, PB)
Andreia dos Santos Menezes (ESPM, SP)
Angela dos Santos (FATEC, SP)
Angélica Karim Garcia Simões (UNESP, SP)
Antonio Andrade (UFRJ, RJ)
Augusta Avalle (Autônoma, RJ)
Benivaldo José Araujo Júnior (ESPM, SP)
Bete Dreon (Cap-UERJ, RJ)
Célia Navarro Flores (UFS, SE)
Claudia C. B. Jacobi (Autônoma, BA)
Cleidimar Aparecida Mendonça e Silva (UFG, GO)
Cristiane Carioca (SME, RJ)
Cristiano Barros (UFMG, MG)
Cristina Pureza Duarte Boéssio (UNIPAMPA Campus Jaguarão, RS)
David Aparecido de Melo (ETEC Zona Sul, SP)
Dayala Vargens (UFF, RJ)
Del Carmen Daher (UFF, RJ)
Edilson da Silva Cruz (EMEFM Darcy Ribeiro, SP)
Elena Ortiz Preuss (UFG, GO)
Elisa Maria Amorim Vieira (UFMG, MG)
Elzimar Goettenauer M. Costa (UFMG, MG)
Enrique Melone (CNA, SP)
Erika Vicente (Autônoma, SP)
Fabio Sampaio (CEFET, RJ)
Fernanda Dos Santos Castelano Rodrigues (UFSCar, SP)
Flávia Conceição Ferreira da Silva (UFRPE, PE)
Francisco Javier Lillo Biagetti (Rede particular de Ensino Básico, GO)
Gisele Aparecida da Costa Silva (ETEC Zona Sul, SP)
Gisele Souza Moreira (Yázigi, SP)
Graciela Foglia (UNIFESP, SP)
Graciela Ravetti (UFMG, MG)
Gustavo Leme Cezario Garcia (FATEC/FMU, SP)
Helena Dias dos Santos Lima (Faculdade CCAA, RJ)
Isaphi Marlene Jardim Alvarez (UNIPAMPA, RS)
Isis Milreu (UFCG, PB)
Ivan Rodrigues Martin (UNIFESP, SP)
Jorge Hernán Yerro (UFBA, BA)
Juliana Helena Gomes Leal (UFVJM, MG)
Katia Aparecida da Silva Oliveira (UNIFAL, MG)
Ligia Karina Martins de Andrade (UFPB, PB)
Lívia M.T.Rádis Baptista (UFC, CE)
Lorena Menon (Autônoma, SP)
Luciana Ferrari Montemezza (UFSM, RS)
Luciana Freitas (UFF, RJ)
Lucielena Mendonça de Lima (UFG, GO)
Magnolia Brasil (UFF, RJ)
Maite Celada (USP, SP)
Marcia Paraquett (UFBA, BA)
Marcia Romero Marçal (FMU, SP)
Marcos Alexandre (UFMG, MG)
Marcos Maurício Alves da Silva (ESPM, SP)
Margareth dos Santos (USP, SP)
Margarida Rosa Álvarez (UFG, GO)
Maria Cristina Giorgi (CEFET, RJ)
Maria Luiza Teixeira Batista (UFPB, PB)
Maria Sílvia Rodrigues Alves (Uni-FACEF/FATEC, SP)
María Zulma Moriondo Kulikowski (USP, SP)
Marice Lucía Seoane Favero (Fatec, SP)
Mario Miguel González (USP, SP)
Martín Ernesto Russo (Autônomo, SP)
Michele de Souza (FAETEC / FME, RJ)
Mônica Lemos de Matos (SEEDUC, RJ)
Mônica Lopes (Rede particular/Yázigi, RJ)
Natalia Labella-Sánchez (IFRS Campus Porto Alegre, RS)
Neide Elias (UNIFESP, SP)
Neide T. Maia González (USP, SP)
Neiva Mallmann Graziadei (UFFS, RS)
Patricia Roberta Almeida Castro Machado (UFG, GO)
Paula Raizer (EMEFM Guiomar Cabral, SP)
Renato Pazos Vazquez (CTUR-UFRRJ, RJ)
Ricardo José Orsi de Sanctis (FATEC/UNIP, SP)
Rosa Yokota (UFSCar, SP)
Rosângela Aparecida Dantas (UNIFESP, SP)
Samara Kiperman (FAETEC, RJ)
Sandro M. Drumond Alves (UFS, SE)
Sara Del Carmen Rojo de la Rosa (UFMG, MG)
Sara dos Santos Mota (UNIPAMPA, RS)
Silvia Etel Gutiérrez Bottaro (UNIFESP, SP)
Simone Clini (Faculdade Eça de Queirós, SP)
Solange Chagas do Nascimento Munhoz (FATEC, SP)
Thiago Vinícius Costa Vieira (Rede particular de Ensino Básico, RJ)
Valesca Brasil Irala (UNIPAMPA, RS)
Vanessa Lavrador (Rede particular de Ensino Básico, SP)
Vera Sant’Anna (UERJ, RJ)
Verônica de Freitas Rolandi (Autônoma, SP)
Viviane Lima (UFRRJ, RJ)
Wilson Alves-Bezerra (UFSCar, SP)
Xoán Carlos Lagares (UFF, RJ)
Zaqueu Machado Borges Junior (UNISA, SP)
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CURSOS DE EXTENSÃO DO MEMORIAL DA AMÉRICA LATINA – 1º SEMESTRE DE 2012
INSCRIÇÕES ABERTAS
Curso “Literatura na América Latina: debates contemporâneos“
A partir do comentário crítico de alguns autores e de obras particulares de meados dos anos 1970 até o presente, o curso procurará
aproximar-se de temas, estilos e estratégias discursivas que confluem no campo literário atual da América Latina. Nos encontros serão
abordadas as obras de autores como Mario Bellatin, Sergio Chejfec, Fernando Vallejo, Juan Villoro, Roberto Bolaño, Tamara Kamenszain,
Pedro Lemebel, Copi, Diamela Eltit, dentre outros. Será ministrado por professores da USP, de outras universidades brasileiras e do exterior, estando prevista a participação dos escritores Carlos Liscano (Uruguai) e Pedro Lemebel (Chile).
Coordenação acadêmica: Ana Cecilia Olmos, Pablo Gasparini e Rafael Gutiérrez Giraldo.
Datas: de 24 de março a 30 de junho de 2012 (sábados)
Total de aulas: 12 (carga horária: 36 horas-aula)
Horário: das 9 às 12 horas
Local: Anexo dos Congressistas / CBEAL
Inscrições: no valor de R$ 250,00 para cada curso (taxa única).
Vagas limitadas. Serão concedidos certificados aos alunos com presença igual ou superior a 75% da carga horária. Caso não se atinja o número mínimo das inscrições necessárias para a sua realização, o curso poderá ser cancelado (nesse caso, a taxa de inscrição será devolvida integralmente).
Horário e local das inscrições: de segunda à sexta, das 10 às 18 horas, no Anexo dos Congressistas-CBEAL / Memorial da América Latina
(Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 – Metrô Barra Funda – São Paulo).
Informações:
Site: www.memorial.sp.gov.br
E-mail: cursos@memorial.sp.gov.br
Tel.: (11) 3823-4780
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Caros colegas:
A Associação Brasileira de Hispanistas e o Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal de Pernambuco, com apóio da Associação de Professores de Espanhol do Estado de Pernambuco convidam para a Jornada
Hispanismo(s): Limites Incertos
3ª. Edição – Recife
Quarta-feira, 25 de abril de 2012
Centro de Artes e Comunicação da UFPE
Mini-auditório II
8h – Credenciamento
8h45m – Abertura
9h – Palestra de Marcela Croce (UBA): Hispanismos: cânones, histórias, projetos.
10h15m – Mesa 1: Hispanismos no espaço atlântico
Amarino Queiroz (Letras/UFRN)
Rosely Cunha (Letras / UFC)
José Getán (Ciências Políticas, Univ. de Londres)
14h – Mesa 2: Hispanismos e colonialidade
Juan Ignácio Jurado Centurión (Letras / UFPB)
Ricardo Soares (Letras/UEPB)
15h45m – Hispanismos: imagem e performance
Cid Vasconcelos (Cinema/UFPE)
Luis Reis (Artes Cênicas/UFPE)
Roberta Ramos (Dança /UFPE)
17h30m – Encerramento
Inscrição gratuita.
Enviar e-mail para abhispanistas@gmail.com, com nome e instituição de trabalho o estudo. Serão emitidos certificados.
O porquê deste ciclo itinerante
Entendemos por “hispanismo” os estudos que podem realizar-se, a partir das disciplinas de Humanidades, em torno dos espaços sociais e culturais em que se fala a língua espanhola. Qualquer tentativa de denominação desses espaços ou coletivos, seja como “universos”, “povos”, “nações”, “formações sociais” ou outras, nos aproxima dos riscos da generalização inadequada ou do negligenciamento de algum tipo de alteridade.
Em todos os casos, do ponto de vista do pesquisador, assumir qualquer um desses construtos como escopo de sua indagação parece requerer o simultâneo reconhecimento de sua imprecisão e provisoriedade, como modo de resguardar ao máximo o seu trabalho do possível efeito ideológico das construções identitárias.
As falas que identificamos como “hispânicas” são, já faz séculos, um continuum cuja variação não conhece regularidade e resiste a tentativas de classificação e organização territorial. A própria língua espanhola ou castelhana, como construto glotopolítico, é heterogênea e atravessada por marcas de conflituosos processos na delimitação e preservação de sua identidade. A maior parte de seus falantes vive, com maior ou menor consciência dessa condição, em espaços plurilíngues. Junto com isso, situações de contato com outras línguas e culturas, conflitos de identificação nacional, traços de projetos colonizadores e marcas de opressão colonial, coletivos imigrantes e emigrados, fazem parte dos espaços sociais onde as produções culturais que denominamos como hispânicas se desenvolvem, atualmente e antes.
O projeto desta série de jornadas é focalizar precisamente lugares onde o identificável como hispânico, para ser abordado, precisa daquilo que não seria identificado como tal. Referimo-nos não apenas aos espaços de contato, hibridação ou fratura, mas também a fenômenos e a gêneros da cultura que se distanciam de identidades linguísticas ou nacionais.
Também pretendemos, com este ciclo, contribuir para descentralizar a inserção disciplinar predominante nos estudos hispânicos. Com efeito, embora os fóruns desses estudos estejam abertos a diversas disciplinas, predomina neles, e nosso país não é exceção, a apresentação quase exclusiva de pesquisas no campo das Letras. Em uma tentativa de favorecer a integração com outras disciplinas, as mesas redondas das jornadas serão compostas incluindo, em todos os casos, pesquisadores de outras áreas, para o debate conjunto com estudiosos da língua e da literatura. Acreditamos que essa interação pode ser especialmente proveitosa para os pós-graduandos brasileiros, já que nossos cursos de Letras não incluem, de modo geral, disciplinas sobre estudos históricos e sociais.
O ciclo alcançará três jornadas, uma por semestre e em diversos lugares do país, com diferentes convidados. A primeira foi em São Paulo, 11 de junho de 2011. A segunda foi em Niterói no dia 29 de outubro de 2011, e encerraremos o ciclo com esta jornada em Recife, 25 de abril de 2012.
Diretoria da ABH
Gestão 2010-2012
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Prezados colegas,
A APEERJ e a APEESP vêm manifestar, mais uma vez, que não consideram válida a reunião realizada em Brasília, no que diz respeito às decisões que envolvem o conjunto das associações de professores de espanhol, pois essa reunião não respeitou as próprias decisões tomadas anteriormente por esse conjunto, todas registradas em atas, sendo realizada sem a presença de várias associações, algumas das quais não foram sequer notificadas a respeito, até pelo fato de ter sido um encontro convocado por uma instância alheia ao conjunto das associações, para discutir assuntos do interesse dessa instância. Além disso, os participantes de tal reunião não levaram em consideração acordos previamente estabelecidos pelas associações nas suas reuniões anuais de 2009, 2010 e 2011.
Consequentemente, a APEERJ e a APEESP não reconhecem a comissão que foi nomeada, nesse encontro, para redigir a primeira versão do regimento da SENACAPE. Sendo assim, e em função de preservar as relações harmônicas entre as associações, solicitamos a dissolução da comissão nomeada e que qualquer proposta que envolva o conjunto das associações seja apresentada nas instâncias adequadas: a lista de discussão dos representantes das associações ou o Encontro Nacional dos Representantes das Associações de Professores de Espanhol, a ser realizado em julho em Recife, como fora decidido no último Encontro Nacional, em Niterói.
Por sua vez, a APEERJ e a APEESP reforçam que tem sido uma discussão constante entre as associações a necessidade de que aquelas que integram a SENACAPE estejam legalmente constituídas para que sejam reconhecidas como tais. Cabe lembrar que essas disposições foram discutidas na última reunião, como consta em ata, e na plenária realizadas em Niterói, embora nem todas as associações tenham apresentado a documentação solicitada para comprovar a sua condição legal.
As duas associações que firmam esta carta consideram necessário colocar na pauta da próxima reunião, a ser realizada em Recife, a redação de um regimento que regule os encontros das associações: convocação, pauta, local, frequência, acreditação de quem pode participar nas reuniões e votar, tempo para publicação da convocação e das atas após o encontro, etc. Muitas dessas questões já foram discutidas em outros encontros, inclusive em Niterói; nossa proposta é chegar num acordo que regule formalmente os encontros das associações, evitando assim equívocos como o que deu lugar às deliberações adotadas por alguns representantes de associações em Brasília.
Desejando que uma atitude dos representantes que ali se reuniram dê lugar a uma saída do atual impasse que favoreça a recomposição de vínculos entre nossas entidades, subscrevemo-nos.
Diretoria APEERJ (2010-2012):
Diretora Presidente: Viviane Conceição Antunes Lima (UFRRJ)
Diretora Vice-Presidente: Renato Pazos Vazquez (Colégio UFRRJ)
1ª Diretora Secretária: Maria Cristina Giorgi (CEFET-RJ)
1ª Diretora Financeira: Luciana Maria Almeida de Freitas (UFF)
2ª Diretora Secretária: Rita de Cássia R. Oliveira (UERJ)
2ª Diretora Financeira: Viviane Soares Fialho de Araujo (SEE)
Assessores Políticos:
Dayala Vargens (UFF)
Fabio Sampaio (CEFET)
Diretoria APEESP (2010-2012)
Presidenta: Lorena Menón
Vice-Presidenta: Graciela Foglia
1ª Secretária: Gisele Souza Moreira
2ª Secretária: Virginia de Sousa Bomfim
1ª Tesoureira: Isabel Castaldo
2ª Tesoureira: Talita Moço
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Prezados colegas,
A APEERJ e a APEESP, conforme divulgado anteriormente, não reconhecem a legitimidade da reunião realizada em Brasília, no que diz respeito às decisões que envolvem o conjunto das associações de professores de espanhol, pois essa reunião não respeitou a instância da SENACAPE e as decisões tomadas anteriormente pelo conjunto que a compõe, conforme provam as atas das últimas reuniões, sendo realizada sem a presença de várias associações (que não foram sequer notificadas a respeito).
Levando em consideração tal acontecimento, com a presença do Prof. José Pires, atual presidente da APEEMG, que fora escolhido representante da região Sudeste na instância SENACAPE, a APEESP e a APEERJ, por considerarem que sua atuação não é compatível com os princípios que defendem, vêm manifestar que não o reconhecem, a partir desta data, como seu representante regional na instância SENACAPE.
Diretoria APEERJ (2010-2012):
Diretora Presidente: Viviane Conceição Antunes Lima (UFRRJ)
Diretora Vice-Presidente: Renato Pazos Vazquez (Colégio UFRRJ)
1ª Diretora Secretária: Maria Cristina Giorgi (CEFET-RJ)
1ª Diretora Financeira: Luciana Maria Almeida de Freitas (UFF)
2ª Diretora Secretária: Rita de Cássia R. Oliveira (UERJ)
2ª Diretora Financeira: Viviane Soares Fialho de Araujo (SEE)
Assessores Políticos:
Dayala Vargens (UFF)
Fabio Sampaio (CEFET)
Diretoria APEESP (2010-2012)
Presidenta: Lorena Menón
Vice-Presidenta: Graciela Foglia
1ª Secretária: Gisele Souza Moreira
2ª Secretária: Virginia de Sousa Bomfim
1ª Tesoureira: Isabel Castaldo
2ª Tesoureira: Talita Moço
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Atenciosamente,
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